Menos esteriótipos, mais subjetividade

imagem_JPCuencaPor que a literatura brasileira ainda não emplacou no mercado hispano-hablante? Os estrangeiros vêm os autores brasileiros capazes de criar subjetividade ou o mercado continua demandando relatos de um Brasil esteriotipado? E o Brasil, está mais receptivo à literatura que vem de fora?

Quem nos dá as respostas é o escritor e roteirista brasileiro João Paulo Cuenca, que conversou com a Radio Nacional de España/ Radio Exterior (minuto 9’25”) em sua breve passagem por Barcelona.

João Paulo Cuenca é autor da antologia de crônicas “A Última Madrugada”, lançada em 2012, e do livro “O único final feliz para uma história de amor é um acidente”, publicado em 2010 no Brasil e que ganhou sua versão em castelhano dois anos depois. Ele também escreveu os livros “O dia Mastroianni” (2007), “Corpo Presente” (2012) e assina o roteiro da série televisiva “Afinal, o que querem as mulheres?”.

Os direitos de suas obras já foram comprados por Espanha, Portugal, Itália e Alemanha. Em 2007, o jovem escritor foi selecionado pelo Hay Festival e pela organização do festival Bogotá Capital Mundial do Livro como um dos 39 autores mais destacados da América Latina.

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* Entrevista originalmente emitida em 10 de agosto de 2012.

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