Refugiados LGBT: quando a única opção é o autoexílio

Imagem_bandeira_gayO Brasil tem experimentado algumas melhoras no campo econômico, mas continua muito atrasado, por vezes medieval, no respeito aos direitos individuais. E este descompasso se nota com clareza no tratamento dispensado às pessoas LGBT – lésbicas, gays, bissexuais e transexuais.

Estima-se que a cada 26 horas um gay morre assassinado no Brasil, segundo o Grupo Gay da Bahia, a mais antiga associação de defesa dos direitos humanos dos homossexuais no Brasil. E as mortes continuam. Na sociedade brasileira, a homofobia existe, mas de maneira encoberta. Há países em que a situação é ainda mais sombria: penalizam homossexuais e transexuais com prisão e até pena morte.

É cada vez mais comum que pessoas busquem guarida em outros países para pôr fim às perseguições e reprimendas por sua orientação sexual. O status de “refugiado”, amplamente aplicado em casos de acosso político, ideológico ou religioso, agora está sendo usado pelos LGBT. Rodrigo Araneda, presidente da Acathi, associação catalã para integraçao de homossexuais, bissexuais e transexuais imigrantes, fala sobre o tema nesta entrevista emitida pela Radio Nacional de España/ Radio Exterior de España. Para ouvi-la, aperte o Play e vá direto ao minuto 10’18”.

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