Tabu em torno da morte gera novos negócios

Todos sabemos que não há como fugir: a morte, quando chega a sua hora, é inevitável, irremediável e irrevogável. Mesmo assim, o tema ainda é um grande tabu. Comunicar um falecimento e até dar os pêsames são tarefas difíceis e um tanto incômodas. Sabendo que a psicologia do luto tem suas artimanhas, empresas oferecem treinamento a profissionais para a delicada tarefa de noticiar a morte.

Dentre o público-alvo estão trabalhadores de saúde, de forças de segurança e até profissionais de consulados e embaixadas. Nesta entrevista veiculada pela Radio Nacional de España / Radio Exterior de España, Paulo Carreira, diretor-adjunto da Servilusa, que pertence ao Mémora Internacional, o maior grupo de serviços funerários da Península Ibérica, fala sobre o trabalho de desmitificar a morte e como comunicar o falecimento de um ente querido a uma criança, por exemplo. Será correto dizer que o falecido foi “morar com os anjinhos” ou “está dormindo no céu”? Confira a partir do minuto 1’46”.

Abaixo, ensaio fotográfico “Luto”, da brasileira Beatriz Cardoso (biafcardoso@gmail.com). O trabalho foi realizado durante o período em que a profissional residiu em Barcelona, há dois anos.

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Foto: Beatriz CardosoFoto: Beatriz Cardoso

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Foto: Beatriz Cardoso

 

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