Tudo sobre o futuro da videoarte

imagem_visualA videoarte está em plena ebulição. E esse fenômeno mundial se dá não só pela efervescência criativa de seus artistas, mas também pelos recursos tecnológicos que avançam a galope. Barcelona nos dá a clara dimensão do que há de novo no mundo das artes visuais e para onde miram seus artistas mais brilhantes.

Quem procura estar atento às novidades tem marcado na agenda, todo ano, o Festival Visual Brasil, que em 2014 completou sua 12ª edição. Desde que foi lançado, em 2005, o evento contou com a participação de mais de 200 artistas do mundo todo. Como o país de origem de Ricardo Cançado, videoartista que concebeu o Visual Brasil, o festival zela pela mescla de culturas e pela interculturalidade, tornando-se um importante ponto de conexão entre artistas da América do Sul e da Europa.

São VJs de várias partes do mundo que neste ano discorreram sobre técnicas como o 3D mapping, o live cinema e consolidaram as bases para a interatividade nas artes visuais. Ricardo Cançado, amplamente conhecido no meio por VJ Eletroiman, é campeão de diversos festivais internacionais e conseguiu o feito de projetar no meio artístico europeu a iconografia do cangaço com seus trabalhos da série “Representa Corisco” (fotos).

Nesta entrevista concedida à Radio Nacional de España/ Radio Exterior (minuto 3’10), o artista fala de seu processo criativo, de como a técnica do 3D mapping e a tecnologia LED estão transformando a videoarte e de que maneira os videoartistas estão explorando o recurso da interatividade em seus trabalhos, permitindo a criação de narrativas em tempo real com a participação do público. Ele também revela o que espera para o futuro da videoarte e que novidades estão por vir, tanto do ponto de vista artístico, como do técnico.

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